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Alta do dólar pede diluição na compra da moeda para viagem

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Com a incerteza econômica impactando as cotações de câmbio, a melhor alternativa é comprar dólar turismo de forma “parcelada”

A turbulência política e econômica que influencia a taxa de juros tem provocado oscilações “drásticas” na cotação do dólar. Embora muitos pensem que a alta de uma moeda é causada apenas por variáveis externas, a realidade é que o cenário interno tem grande peso nas flutuações de câmbio.

Conforme indicam analistas do Banco Central, atualmente não há fatores do mercado internacional que estejam pressionando a moeda americana, no entanto, a crise política tem elevado sua cotação, que já superou a marca dos R$ 3,25. Isso afeta principalmente aqueles que precisam ou desejam viajar para o exterior, seja por motivos de negócios, trabalho, estudos ou turismo.

Alta do dólar está sendo controlada pelas autoridades monetárias

A valorização do dólar frente ao real brasileiro não ultrapassou 7,9% devido a uma intervenção do Banco Central.  Desde que a delação premiada dos executivos da JBS veio à tona, as autoridades monetárias logo anunciaram leilões de cambial, um procedimento equivalente à venda de dólar em um mercado futuro. As transações totalizaram U$$ 10 bilhões e foram suficientes para “tranquilizar” a alta da moeda.

Quem não pode adiar a viagem pode comprar dólar aos poucos

Enquanto o cenário político não demonstrar sinais de estabilização, a tendência é de que o dólar se mantenha em um patamar alto, encarecendo as despesas com hospedagens, alimentação e compras no exterior. Caso surja uma saída política no segundo semestre, o dólar poderá se firmar em um degrau mais baixo, garantindo viagens com preços melhores para os brasileiros. Para aqueles que não podem esperar pela estabilização política, o mais indicado é fazer a diluição da compra do dólar até o dia da viagem. Isto significa comprá-la mês a mês ou semana a semana, de acordo com o tempo disponível até a data de embarque.  Ao comprar dólar “parcelado”, o viajante consegue obter uma média de preço melhor do que se comprasse toda a quantia em único dia.

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Comparadores de câmbio facilitam compra diluída do dólar

Conforme indicam educadores financeiros, a compra da moeda pode ser feita de maneira mais inteligente com o auxílio de comparadores de câmbio online como o Cambiar. Ao criar uma conta no site, o viajante consegue obter uma relação das casas de câmbio com o melhor preço e condições para comprar dólar.  Se o objetivo for fazer a aquisição diluída, basta fazer a compra semanal pela internet. Por exemplo, se faltam seis semanas para o dia do embarque e o viajante deseja levar U$$ 3 mil, é indicado comprar US$ 500 por semana.

Além de facilitar a compra diluída, o Cambiar ajuda a evitar prejuízos com taxas e serviços, já que o site apresenta somente as operadoras de câmbio que oferecem as condições mais acessíveis conforme o local de origem e o perfil financeiro do viajante.

Cartão de crédito deve ser evitado

Ainda de acordo com especialistas em educação financeira, a utilização do cartão de crédito em viagens internacionais pode encarecer ainda mais as despesas. Isto porque a opção não permite ter controle sobre o câmbio, que se baseia na cotação da data de fechamento da fatura.

Assim, o mais recomendado é que o cartão de crédito seja utilizado apenas em casos de emergência, sendo a moeda em espécie a primeira opção do viajante.  O cartão pré-pago também é uma boa alternativa, mas como muitas lojas e estabelecimentos ainda não o aceitam, é indicado depositar apenas uma parte da quantia no “plástico”.

É pertinente frisar, por fim, que o ideal é comprar dólar aqui no Brasil para evitar as altas taxas de câmbio do exterior.

Se o viajante levar o real para trocar nos Estados Unidos, por exemplo, a taxa pode ser até 20% maior quando comparada às taxas brasileiras.

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