oscilação cotação do dolar

Cotação do dólar oscila influenciado por questões políticas e econômicas mundias

Câmbio de Moedas Dólar Câmbio Turismo Libra Câmbio Turismo Turismo

As oscilações no câmbio do dólar são influenciadas por diversos fatores internos e externos e causam grande alvoroço na economia e na vida das pessoas.

No Brasil, a cotação do dólar varia de acordo com a lei que rege os preços de todos produtos: a lei da oferta e da procura. Ou seja, quando há mais procura do que moeda no mercado, a cotação sobe.  Ao contrário, se há muito dólar circulando, o preço cai. Essa regra vale para qualquer moeda internacional.

A entrada de divisas no país através de investimentos estrangeiros em ações e títulos públicos, reforça o mercado interno e traz estabilidade para o mercado de câmbio. Quando o cenário é de insegurança sobre o futuro da economia, os investidores se retiram, reduzindo a oferta da moeda, o que faz o preço subir.

Essa gangorra influencia a vida de muita gente, desde empresários e produtores até os turistas e qualquer consumidor, que sofrem com a alta de preços atrelados ao dólar.

Influência política e econômica na cotação do dólar

O cenário político é um grande influenciador para o mercado. Foi assim, durante todo ano. Nos primeiros meses, a cotação do dólar superou os R$ 4,20 muito em decorrência da grave crise política no país, o que começou a mudar com a instalação do processo de impeachment. Após o afastamento definitivo da Presidente da República, a moeda norte-americana baixou a R$ 3,11, o menor nível desde julho de 2015.

mercado câmbio dolar

Valor do dólar cai após eleições

O dólar fechou setembro com alta de 0,69%. Ao longo do ano, no entanto, a moeda norte-americana acumula uma desvalorização de 18,8%.

Após as eleições municipais, o dólar comercial voltou a cair e fechou com queda de 1,42%, a R$ 3,20 na venda. O resultado das eleições indicou ao mercado a possibilidade de que a votação do ajuste fiscal deve evoluir, fato que traz tranquilidade par os investidores.

Esta semana, outro fato político vem influenciando o mercado de câmbio. Uma das maiores apostas do governo brasileiro para tentar equilibrar as contas públicas é o parecer favorável obtido na comissão especial da Câmara, ontem, e que será submetido ao plenário na semana que vem, sobre a votação da proposta que estabelece um teto de despesas para a União pelo prazo de 20 anos, a PEC dos gastos públicos. Na véspera da votação (5/10), a notícia de que partidos da base governista estavam trabalhando para a aprovação da PEC dos gastos, fez o mercado reagir: o dólar ampliou suas perdas ante o real e caiu 1,1% no fechamento.

Influência de fatores externos no câmbio

Nesta quinta-feira (6/10), a cotação do dólar voltou a subir frente ao real. Às 9h48, a moeda comercial subia 0,39%, marcando R$ 3,23 e acabou fechando a R$ 3,22, mesmo valor de quarta-feira.

Neste momento o dólar sobe em todo o mundo puxado pelo clima de ansiedade do mercado antes da divulgação do relatório de emprego dos Estados Unidos, que está prevista para hoje (7/10). A perspectiva de resultados positivos quanto à taxa de emprego norteamericana e de alta nos juros são dados que reforçam a tendência de fortalecimento da economia, o que deve fazer com que a cotação do dólar aumente, pelo menos no curto prazo.

Segundo Leonardo Abrão, diretor do site de comparação de taxas de câmbio Cambiar e do Grupo Abrão Filho,  “a banda cambial segue indicadores e notícias micro e macroeconômicas, caso os EUA mantenha o patamar da taxa básica de juros entre 0,25 a 0,5% e  o PIB nacional tenda a crescer em até 0,5% no ano de 2017, tudo leva a crer que real tomará força e o dólar no primeiro trimestre de 2017 fique entre 3,10 à 3,20”.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *